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We were in a carpenters vice… It was like we were being pushed together… Every moment, since the first moment, I’ve waited… Oh, my dear.

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É injusto sentir que se odeia a vida, quando se tem tudo que uma pessoa pode querer para viver? Uma casa, pais amorosos, amigos próximos, alguém que te ama… É injusto ainda assim me sentir insatisfeita e infeliz com a minha própria vida?

Há muitos anos que não me sinto como estou me sentindo agora, nesses últimos dias. A última vez foi na puberdade, no auge dos meus 13 anos, quando tive algumas péssimas ideias sobre como canalizar toda essa angústia e tristeza. Sete anos depois, muito mudou, inclusive eu mesma. A conclusão a que cheguei, porém, remanesce intacta.

Acreditar num ser maior e num propósito para sua própria existência é algo necessário para o lado racional do ser humano, ainda primitivo e pouco desenvolvido como qualquer outra espécie nos primórdios da sua evolução. Tudo pode ser explicado quimicamente, assim como pode ser remediado da mesma forma, mas não resolve o problema. Não resolve a verdadeira pergunta que todos queremos a resposta, e que muitos creem saber.

A verdade é que eu não tenho fé. A pouca esperança na vida que tenho, eu tiro dos livros que leio, da fantasia, da literatura e seus universos paralelos que conseguem, ainda que só por um tempo delimitado, me fazer esquecer da realidade. Mas todos os livros acabam, assim como as ilusões - nada que não é real consegue se sustentar por muito tempo nesse nosso mundo, seja isso bom ou ruim para nós.

(Tento externalizar meus sentimentos enquanto eles sobem pelos meus olhos em formas de lágrimas por não saberem o que fazer, descontrolados dentro de mim, e peco muito nas minhas descrições e na linha de raciocínio que tento seguir por causa disso. São tantas ideias, pensamentos, que não conseguem se ordenar de um jeito só.)

Sempre quis acreditar que há algo além do que vemos nessa vida. Uma energia controladora, um propósito a que servimos, qualquer coisa. Começou antes mesmo de eu entender o que era realmente a vida, quando eu assistia episódios de Sakura Card Captors na TV e eu desejava, mais avidamente do que jamais desejei alguma coisa, fazer parte daquele universo mágico e de certa forma correto em suas bases. Essa foi só a primeira das muitas decepções que eu teria ao longo do meu viver, mas não foi a pior de todas.

A pior de todas chegou recentemente, junto dos meus 20 anos, quando percebi que realmente não tenho propósito nessa vida, ou melhor, nada tem. As mais lindas histórias de amor, por exemplo, são meros contos surreais retirados de distorções e utopias criados pela mente de seus autores, que tentam em vão trazer alguma razão para a vida de todos nós, e das suas próprias. 

A única coisa em que acreditei, desde sempre, era no amor. Não o amor fraterno, ou da amizade; o amor que parece justificar nossa existência, que nos faz acreditar num mundo melhor e num motivo para nossas vidas. Hoje, olhando em volta, vejo que mais uma vez minhas crenças foram descreditadas. Desde menina visualizo um amor para mim que imagino que todos devemos buscar: mágico ou não, famoso ou não, um amor perfeito, feito só pra mim. Alguém que faria jus a todo o caminho que percorri, a tudo que vivi ou deixei de viver, a todos os sentimentos que um dia senti ou feri, para que chegasse a tal ponto da vida. 

Eu não acredito mais que essa pessoa existe, e se existe, que ela vá chegar até mim. Na verdade, creio cada vez mais que nunca encontrarei alguém que me despertará genuíno interesse e paixão por razões que não estejam diretamente embaraçadas com o meu próprio ego ou convenções sociais. Vejo casais com um olhar cético, sem esperanças. Não acho que ninguém se ame de verdade, muito menos todos os dias da sua vida. 

Sempre me escondi atrás de livros para ler ou contos para escrever como uma literal fuga da realidade, da minha própria vida. Acreditava que seria suficiente idealizar e externalizar tais ideias de amor ou mundo perfeitos para satisfazer minha necessidade por um propósito maior, por um amor verdadeiro e incontestável, por uma vida justa e feliz como são nas histórias. Depois de muitos anos mergulhada nessa piscina de ilusão entorpecente, dou meu primeiro suspiro com o ar da realidade, e gostaria que tivesse sido este meu último suspiro de todos. 

Nunca vou encontrar amor, pois ele não existe. Não pra mim, não aos meus olhos. Sou mais uma na multidão, sem utilidade real para aqueles a minha volta além do óbvio apego pessoal, e sem grandes talentos para tentar fazer a diferença.

Ir a festas e encher a cara, beijar algum cara que achei meio bonitinho ou criar intrigas entre homens como a maioria das minhas amigas faz não me satisfaz, pelo menos não por mais de uma hora ou duas. É tudo muito raso, superficial, fútil, e infelizmente faço parte disso. “Você só precisa de um gatinho”, elas dizem. “Precisa de alguém que dê atenção pra você, alguém que você queira que te dê atenção.”

A coisa mais próxima de alguém que eu queira atenção são ídolos distantes que não passam de mais uma idealização que mantenho pela necessidade existencial da consciência humana de ter um objeto de desejo, de esperança; uma razão para nosso instinto de sobrevivência.

Quanto mais entendo da vida, mais fria e cinzenta ela me parece. É tudo sobre aparências, químicas, planos e esperanças ilusórias para um amanhã que nunca será o que gostaríamos que fosse… E cada vez mais eu gostaria de não abrir os olhos no dia seguinte, só para me ver livre desse peso eterno que é ver a vida pelo que ela realmente é: o puro existencialismo a troco de nada.

É isso que a vida é. Nada.


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