00davo:

astound:

SO HARD NOT TO DANCE WHEN YOU HAVE EARPHONES ON WALKING BY YOURSELF

(via alightfromtheshadowswillspring)


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bradleysbumchin:

it’s been exactly 10 years since Rachel got off that plane and I’m still not over it.

this is how you end a show. you don’t give the audience exactly what they want, or take it completely away from them either, you leave them with the idea of what could be

you don’t throw all sanity to hell in the hopes of going out with a bang, you go out with a warm hug and a thank you 

you don’t give the characters the perfect dream ending, you give them something better

and this is how you end a show that is so powerful, people are still emotional about it 10 years after it ends.

(Source: transponsters, via ruinedchildhood)


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(Source: rory-williams, via andrewscottofficial)


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cherrylemonades:

my dad just recently learned about “omg”

(via cuddlesthehiddles)

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feardamonkey:

Yup. Sounds about right.

(Via. http://on.cc.com/1o5ckce )

(via cumberbangers)


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hbbits:

she wants the d(eadpool movie)

(via justonehiddles)


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water12ftdeep:

Sublime spinnin.

😍 wow

(Source: grafftheheavens, via psyche-goddess)


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thepetcollective:

Puppy Attacks Camera

(via hiddlesluscious)


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Ir de 0 a 100 não é o problema - é descer do 100 a 0 que desmantela tudo. Expectativas que se criam e se frustram sozinhas, só pra me deixar num poço cheio de desgosto e mau humor injustificados no final.

Hoje é um daqueles dias que você quer se arrastar pra fora da sua própria pele; calar sua própria mente no grito; engolir sua própria língua e o resto todo junto pra ver se sua existência se desfaz.

Frontal tem sido meu melhor amigo ultimamente, mas ainda vejo meu vazio preenchido por indolência e melancolia. Não sei como remediar isso - talvez a solidão seja a melhor companhia, afinal.  


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Seria cômico se não fosse trágico o quanto sinapses e a química cerebral controlam nossos reflexos, vontades e até pensamentos… Um friozinho na barriga por 5 minutos é capaz de alimentar obsessões e fantasias por no mínimo uma semana, e não existe nem uma justificativa lógica pra isso - dizer que são as reações das substâncias nos nossos cérebros e as associações que estas tem com sentimentos e memórias não é o suficiente. Também não me satisfaço com a ideia de que somos movidos puramente por instinto, então fica aí um espaço em branco - o quê? O que faz alguém tão especial a ponto de te dar arrepios e ocupar sua cabeça em muitos, se não todos, dos seus momentos acordados sem a mínima coerência ou apelo distinto?

Ele não me diz palavras doces, não me trata bem mais do que o politicamente correto e raras vezes pergunta sobre mim. Temos traços de personalidade em comum, mas como pessoas, não consigo pensar em muito que partilhamos; será que nos conhecemos tão bem assim, afinal?

Pelo visto, isso é irrelevante. Tudo isso é. Nenhuma das lógicas, claras e concretas alternativas acima importa neste contexto porque, sabe-se lá como, ele fez subir um calafrio na minha espinha que eu não sentia há muito tempo. E aí, de repente, estou sorrindo pras paredes e cantando pros cachorros em casa… E por quê? 

Não sei dizer. 

Justamente por isso, vou tratar de cuidar do mal pela raiz. Meus sentimentos vão de 0 a 100, mas dessa vez vou engolir. Respirar fundo, empinar o nariz e olhar em volta. Sem medo de ficar sozinha, nem de continuar infeliz - e aqui uso o verbo continuar pois é uma condição perpétua do meu ser que não se interrompe em momento algum -, já no fundo sei que minha consciência só precisava de algo pra poder consumir, as expectativas sempre à espreita, na busca de um protagonista para elas. Não vou deixar isso acontecer dessa vez. Não quero, não vou… 

Fico enjoada só de pensar. As coisas podiam ser mais fáceis - eu podia aprender a gostar de quem realmente gosta de mim, pra variar. Mas não, ah, não. A vida nunca deixaria tudo se suceder tão bem assim. 


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